segunda-feira, 23 de maio de 2011

aluga-se um papel

Para arder essas letras que me saem e eu seguir sem ensaio ao redor. É o mundo que parece me levar para escrever meus olhos e meu coração, mas não há papel, nem tinta... Escrevo os sonhos no meu corpo e deixo tatuado os seus sons. De que me servirá o papel?
Dívida de aluguel. 

Por Ana Paula Morais

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Um beijo pelos dedos que aqui escrevem, um Queijo pelo suspiro aqui postado.