sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

e nem é tão longe assim...

mas o que é, então, que define uma distância? A gente sabe muito bem, dos laços que criamos, dos amigos que guardamos, dos corações que conquistamos... E são esses que irão pesar na minha mente, e no meu coração. São os amigos que estiveram comigo, que estão comigo e que me deram o prazer de sentir a verdadeira amizade. A distância se faz exatamente nestes espaços de pensamentos que não podemos de imediato preencher com o abraço. Então, meus amigos, guardem tudo. As alegrias, as tristezas, os contentamentos, as desavenças, os momentos felizes e a sinceridade, porque o ser humano não é feito apenas de coisas boas, carregamos também, coisas infelizes, e são nessas falhas, exatamente, que nos sentimos seres humamos, amados e completos no outro! 
À vocês, meus amigos, todo amor do mundo!


Por: Ana Paula Morais

domingo, 23 de janeiro de 2011

cruz


fica. Cru
e
fica.
Cru
se
fica.


Por: Ana Paula Morais.


vento leve...

doce espírito.


"Como Poe, poeta louco americano,
Eu pergunto ao passarinho: "Black bird, o que se faz?"
Haven never haven never haven
Black bird me responde
Tudo já ficou atras
Haven never haven never haven
Assum-preto me responde
O passado nunca mais..."

E assim como despentear-se,
a vida se esvazia ao tempo
que se recompõe.

Por: Ana Paula Morais

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Um brinde

"Um brinde ao que deu certo, 
ao que não deu em nada. 
Um brinde ao caminho incerto, 
à pessoa errada!"



quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

partiu, partindo...

Parte que fez minha alegria partiu partida
Se foi de vez, de vez em quando eu ando partido
Parte de um céu estremecido vem me partindo
O céu nublou mas não partiu de vez comigo
Por volta e meia voltar ao ponto de partida
Chegando em mim essa memória azul contida

(Partiu Partindo - Fino Coletivo)



sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

De 2007

a 2011. Em vésperas de um sonho concluído: apresentação de TCC!
E o que nos resta é ter fé!


quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Afinco

Quero comigo o delírio,
a cor, o vento, o tejo.
Quero a certeza do abraço,
do beijo, do  nosso braço.
Quero a barba e os dedos,
quentes que me afagam.
Quero o sabor do licor,
e do vinho tinto a nos pintar.
Quero a leveza do tempo,
e o peso do corpo em mim deleitar.
Quero o sexo, o alívio,
o gozo em mim a se morder.
Quero a graça da taça,
do copo, do despir.
Quero contente, feliz,
o breu, a nudez tua comigo.
Quero morder, lamber,
sentir no ventre o prazer.
Quero querer mais
do que puder conseguir.
Aqui, pensante, agora,
o instante foi-se a galopar.
Saiba, meu bem, partir
para depois aqui ficar.


Por: Ana Paula Morais